Em casa os pensamentos de Kate pareciam invadir sua cabeça, o que será que Gabriel sabia sobre ela.Concluiu que não poderia deixar de falar com ele no dia seguinte.
Pensamentos de Daniele
domingo, 30 de setembro de 2012
terça-feira, 18 de setembro de 2012
fica a dica
sou assim complicada demais e mesmo sendo doidinha sei muito bem o meu lugar.
eu corro,danço,canto e rio muito,arte é uma das minhas paixões, pois atuar é me fortalecer de coisas boas.Mentir todo mundo mente, mas são poucos os que falam a verdade, por isso aqui vai uma dica da autora...
"viver só tem valor quando mergulhamos nos mais profundos sentimentos que brotam a cada dia, deixando transparecer o que você realmente é, por isso somos todos diferentes, não para gerar preconceito e sim confiança e maturidade para saber lidar com coisas novas."
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
pequeno comentário
Ultimamente não ando postando nada no blog, mas por hora posso dizer a vocês que estou escrevendo os outros capítulos da história em casa e logo, logo postarei aqui no pensamentos de Daniele. Peço a todos vocês que me ajudem a divulgar o blog para que esta história que estou criando não se perca neste pequeno site.
atenciosamente a Autora.
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
A verdade oculta
A aula iniciou, mas para Kate parecia que ainda não havia acordado,ela relembrava cada pedaço do sonho que tivera na noite passada,mas algo a fez despertar.
-Pessoal esse é Gabriel Silvver espero que vocês possam recebê-lo de forma adequada, nada de brincadeiras.Tem um lugar próximo a senhorita Kate. Dirigindo-se a Gabriel. Bom agora que já foi feita as apresentações vamos dar inicio a aula de biologia.
Gabriel caminhou até a mesa onde Kate se encontrava e sentou-se.Não dirigiu a palavra a ela, muito menos olhou para a garota. O silêncio que ficou ali foi um dos momentos que mais despertaram em Kate a vontade de gritar.
A campa bateu e os alunos começaram a sair da sala de aula, no corredor havia uma aglomeração de alunos uns conversando sobre o seu final de semana,outros tentando chegar as salas de aula. Kate estava parada em um dos cantos da sala, gostava daquele lugar pois achava que a janela lhe dava uma ótima paisagem lá fora, mas não era só por isso que preferia sentar-se no canto, apenas ali ela sentia-se normal, ninguém ficava observando-a. Kate encostou-se ao vidro da janela,estava gelada, lembrou-se do sonho que tivera com seu irmão e não conteve uma lágrima que insistiu em cair.
Gabriel aproximou-se dela e tocou em seus cabelos longos e ondulados fazendo-a olhar para ele.
-Eu percebi que você não curte muito estar entre as pessoas.
-Sou um pouco mais reservada.
-Foram três aulas ao seu lado e você não me dirigiu uma palavra.
-Esperava que você fizesse isso.
- Eu fiquei um pouco impressionado com você, sabe não é todo dia que eu vejo uma pessoa invadindo um restaurante para tentar se esconder de alguém.
-Ah aquele assunto de novo.
-Se você não quiser, não precisamos falar nisso.
-Tudo bem é só que eu já estou cansada de pensar que estou louca. E depois eu não quero falar com você, ou esqueceu que você me expulsou do restaurante?
-Bom foi você quem invadiu.
Kate fez silêncio e tornou a olhar para a janela. Gabriel segurou o braço dela e prosseguiu.
-Eu sei o que você tem.Não disse mais nada, apenas saiu deixando Kate pensativa.
-Pessoal esse é Gabriel Silvver espero que vocês possam recebê-lo de forma adequada, nada de brincadeiras.Tem um lugar próximo a senhorita Kate. Dirigindo-se a Gabriel. Bom agora que já foi feita as apresentações vamos dar inicio a aula de biologia.
Gabriel caminhou até a mesa onde Kate se encontrava e sentou-se.Não dirigiu a palavra a ela, muito menos olhou para a garota. O silêncio que ficou ali foi um dos momentos que mais despertaram em Kate a vontade de gritar.
A campa bateu e os alunos começaram a sair da sala de aula, no corredor havia uma aglomeração de alunos uns conversando sobre o seu final de semana,outros tentando chegar as salas de aula. Kate estava parada em um dos cantos da sala, gostava daquele lugar pois achava que a janela lhe dava uma ótima paisagem lá fora, mas não era só por isso que preferia sentar-se no canto, apenas ali ela sentia-se normal, ninguém ficava observando-a. Kate encostou-se ao vidro da janela,estava gelada, lembrou-se do sonho que tivera com seu irmão e não conteve uma lágrima que insistiu em cair.
Gabriel aproximou-se dela e tocou em seus cabelos longos e ondulados fazendo-a olhar para ele.
-Eu percebi que você não curte muito estar entre as pessoas.
-Sou um pouco mais reservada.
-Foram três aulas ao seu lado e você não me dirigiu uma palavra.
-Esperava que você fizesse isso.
- Eu fiquei um pouco impressionado com você, sabe não é todo dia que eu vejo uma pessoa invadindo um restaurante para tentar se esconder de alguém.
-Ah aquele assunto de novo.
-Se você não quiser, não precisamos falar nisso.
-Tudo bem é só que eu já estou cansada de pensar que estou louca. E depois eu não quero falar com você, ou esqueceu que você me expulsou do restaurante?
-Bom foi você quem invadiu.
Kate fez silêncio e tornou a olhar para a janela. Gabriel segurou o braço dela e prosseguiu.
-Eu sei o que você tem.Não disse mais nada, apenas saiu deixando Kate pensativa.
a autora
Olá pessoal, espero que estejam curtindo a história, só para lembrar a vocês que para entenderem a história, é preciso ver as postagens anteriores.
Fico feliz que estejam visitando esse blog.É a minha forma de relaxar, escrevo apenas por prazer. Se estiverem gostando espero que divulguem, será um prazer ainda maior saber que há pessoas que adoram ler minhas histórias e ainda indicam para os amigos.
De já agradeço.
Daniele
Fico feliz que estejam visitando esse blog.É a minha forma de relaxar, escrevo apenas por prazer. Se estiverem gostando espero que divulguem, será um prazer ainda maior saber que há pessoas que adoram ler minhas histórias e ainda indicam para os amigos.
De já agradeço.
Daniele
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
A rua estava deserta e se podiam ouvir claramente os sons
dos grilos cantando, era lua cheia e ele sabia que não se sentia bem naquele
lugar. Seus pensamentos se revezavam entre Kate e o dia seguinte, sentia-se
ameaçado e incapaz de lutar, mas era necessário que ele aprendesse rápido a se controlar,
para o bem dele e o de Kate. Resolveu ir ao riacho, o dia já estava quase
nascendo e sabia que mais um dia perdido era intolerável. Eduardo tirou a camisa,
as cicatrizes em suas costas o deixavam mais atraente, ele preparou-se para
pular quando um ruído saiu atrás dele. Não correu, ele já sabia que isso
poderia acontecer, e mesmo que quisesse se esconder era tarde.
Olhou fixamente para o lado por onde o ruído saiu, seus
lábios se contraíram e em um acesso de fúria ele gritou.
- você não deveria estar aqui,volte.
Seu corpo tremeu quando viu que ela não voltaria, ficaram ali,
parados a se encararem, ele quase achou que ela poderia ler sua mente. Ela
deixou uma lágrima correr pelo seu rosto, e aproximando-se de Eduardo sentiu
medo. Seus corpos ficaram tão próximos que eles já podiam ouvir o coração um do
outro. Kate não poderia ser tão cruel quanto Eduardo, ela não conseguia
esconder por muito tempo aquilo, não havia como. Mas Eduardo era tão cruel com
os dois, que não queria tê-lo por perto, mas não conseguia afasta-lo.
-como me achou aqui?
-eu não sei, apenas senti.
-sabe que é perigoso para você estar aqui não é?!
-eu sei, mas não consegui dormi, e você me evita a todo o
momento, já não é o mesmo de antes. Olhou para os próprios pés, e com a voz
falhando prosseguiu. Eu sinto falta de você! São raras as vezes que você
aparece e eu queria poder aproveitar isso, mas você some sempre que eu me aproximo,
e eu só queria por um momento que você voltasse a ser o mesmo de antes, que me
colocasse para dormir, que me desse carinho todas as vezes que as minhas
lágrimas ameaçassem cair, eu só queria que você me abraçasse sempre que o medo
vier me atormentar e tudo agora me dar medo, mas você nunca esta por perto para
dizer que vai ficar tudo bem, você nem ao menos me pergunta como foi o meu dia.
Eu só queria que você voltasse a ser meu irmão mais velho.
-sabe que não poderíamos estar aqui, não depois do que
aconteceu.
- então por que você veio?
- há certas coisas que não podemos explicar, e eu prometo
resolver tudo, eu volto para te buscar, isso é uma promessa, apenas espere 15
anos.
-você é cruel de mais, me leva agora, eu não posso ficar aqui,
é muito difícil sem você. Eu estou com medo.
-você vai ficar bem, logo uma família virá adotá-la, você
deverá ir com eles e se comportar, e se alguma coisa estranha acontecer não
demonstre medo, haja naturalmente, eu vou está com você o tempo todo, e isso
aqui é para você usar sempre, prometa que não irá tirar isso por nada, prometa.
-eu... porquê você não me leva com você? Me leva..
-prometa.
-eu prometo.
-obrigado, Kate não esqueça,você prometeu,lembra-se do que o
papai falava?
-uma flor sempre é uma flor, mesmo que alguém a despedace.
-não, não isso, lembre-se, tudo ocorre assim se você deixar!Se
cuida, eu não vou te abandonar.
Seus braços envolveram o corpo de Eduardo e ela não pôde
conter as lágrimas, sentia-se só e seu único parente conhecido estava pedindo
para ela esperar 15 anos para sair dali. Era pedir demais, mas ele a fez
prometer. Segurando o relicário entre as mãos ela sentiu uma parte de si indo
embora com Eduardo e tudo o que podia fazer era dizer até logo. O sol já estava
aparecendo quando ela voltou para cabana e olhando pela janela ela pôde ver seu
irmão deixando-a para trás. Não entendia como, mas acreditava em Eduardo e iria
esperar ele voltar para busca-la. A pesar dele ser apenas cinco anos mais velho
que Kate ela sabia que eles eram iguais.
Kate estava agora desejando esquecer esse sonho, acreditava que aquilo era algo maior, uma lembrança passada.
Kate estava agora desejando esquecer esse sonho, acreditava que aquilo era algo maior, uma lembrança passada.
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Kate sentiu seu coração acelerar, uma forte dor na cabeça, levantou-se, já havia escurecido, olhou para o relógio e percebeu que havia dormido de mais.Resolveu caminhar um pouco, não entendia aquele desejo de sair, apenas colocou o casaco e saiu.Moderou os passos para que ninguém acordasse,o que diria sua mãe se a visse saindo escondida em plena madrugada, apenas por sentir vontade de caminhar.
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